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♥CURIOSIDADES-PET♥
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A extinção do sulfite - viva a PET reciclada!

 

O volume de garrafas PET que são descartadas é muitoooo grande, mas também existe uma gama enorme de produtos que estão sendo feitos a partir da reciclagem dela.

E por falar em PETs recicladas, dá uma olhada nessa impressora que utiliza folhas de plástico reciclado de PETs.


Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, as impressões podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada 1000 vezes. O vídeo está em inglês, explica o processo e dá pra entender. Rs:

 

 

 

05-04-2011

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Cão Peão da reciclagem

 


Um labrador chamado Tubby ajudou a reciclar 26 mil garrafas de plástico em seis anos no País de Gales, segundo estimativas de sua dona, Sandra Gilmore 

Em suas duas caminhadas diárias, o labrador recolhe, em média, seis garrafas encontradas no chão, antes de esmagá-las com a boca.
Tubby entrega todas as garrafas para sua dona, que mora no condado de Torfaen, sudeste do País de Gales, que as leva para serem recicladas.

"Fico feliz de ele ter um nariz farejador para garrafas, e não ossos", disse o parlamentar local John Cunnigham.

"Ele desenterra as garrafas em qualquer lugar e se enfia embaixo de arbustos e até dentro d'água para pegá-las", disse a dona, de 51 anos.

"Eu gosto de fazer a minha parte, reciclando o máximo que posso - o Tubby me ajuda a fazer um trabalho ainda melhor."

"O Tubby deve ser o cão reciclador mais dedicado e verde das redondezas", completou.

Gilmore acredita que seu cão de estimação é atraído pelas garrafas por causa do barulho que elas fazem quando ele as esmaga.
Apesar de elogiar a reciclagem de Tubby, Gilmore diz que o hábito, às vezes, pode ser irritante.

"Muitas vezes sobrou algum líquido no fundo das garrafas que ele traz para casa, e ele se espalha por toda a parte", afirma.

 

Fonte: Setor Reciclagem 
fonte: http://oglobo.globo.com

18-03-2011

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Celular de garrafas Pet

 

Fabricante revela celular feito com garrafas recicladas

Motorola W233 Renew foi apresentado na CES 2009.
Aparelho já chegou às lojas dos EUA.

A Motorola lançou um telefone celular feito com garrafas de água recicladas, na expectativa de faturar com a tendência de produtos ecologicamente corretos. Preços do aparelho não foram revelados. O produto foi exibido durante a feira Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas.


Motorola W233 Renew é o primeiro aparelho neutro em carbono, segundo a fabricante. O celular usa material reciclado para o casco e chegou aos EUA no primeiro trimestre de 2009  (Foto: Divulgação)  A companhia, que caiu para o quarto lugar entre as maiores fabricantes globais de celulares após o último trimestre, devido a uma linha fraca de produtos, informou que o aparelho W233 Renew será vendido pela T-Mobile USA, nos Estados Unidos. Segundo a empresa, o modelo é o primeiro aparelho neutro em carbono. O celular usa material reciclado para o casco e a companhia também prometeu compensar o dióxido de carbono usado na fabricação, distribuição e operação do celular por meio de investimentos em fontes de energia renováveis e em reflorestamento. A companhia, que perdeu fatia de mercado ao demorar para seguir tendências, como celulares com telas sensível ao toque e links de dados em alta velocidade, também exibe três diferentes produtos na CES, entre eles um celular tablet relativamente grande e com tela sensível ao toque e um controle remoto recarregável para TV a cabo com um mecanismo de busca. O Motosurf A3100 é compatível com redes sem fio Wi-Fi e conexões celulares de alta velocidade. O aparelho pode ser controlado com uma caneta, um trackball ou simplesmente tocando a tela com os dedos. O celular permite videoconferência e pode ser usado para atualizar páginas em redes sociais. O produto estará disponível na Ásia e na América Latina, informou a Motorola.

 

18-03-2011

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Fabricação de automóveis

 

Garrafas Pet já estão sendo utilizadas na fabricação de automóveis

 

Consideradas inimigas do meio ambiente, as garrafas do tipo PET (polietileno tereftalato) estão aos poucos deixando a condição de vilãs. A reciclagem avança amparada pela criatividade e tecnologia, permitindo que o produto seja útil até mesmo na fabricação dos automóveis. 

"A garrafa nos fornece o poliéster, um polímero com o qual é feito o carpete que reveste o assoalho dos veículos. Nós utilizamos este material em todos os automóveis feitos no Brasil", explica o engenheiro Vicente Moura, Chefe de Engenharia de Produto da Renault do Brasil. A matéria-prima obtida das garrafas PET não é usada apenas no assoalho, mas no forro do porta-malas e no tampão que separa o compartimento de bagagem da cabine (nos modelos hatch). 

Com este aproveitamento racional, milhões de toneladas de plástico já deixaram de poluir a natureza. Basta fazer as contas: para se obter 1kg de fibra reciclada, são usadas 22 PETs. O carpete que forra o Sandero, por exemplo, pesa de 2,5kg a 2,7 kg. "Portanto, em um automóvel de porte médio são necessárias pouco mais de 60 garrafas de 2 litros", acrescenta Vicente, que aposta ser possível num futuro próximo usar o material em outras partes do veículo, como forro das portas e do teto. "Pesquisas nesse sentido já estão sendo feitas e acredito que será possível a aplicação do material em outros componentes ", acrescenta.

Os benefícios da reciclagem das garrafas PET, todavia, não se refletem apenas no meio ambiente, mas na economia, uma vez que existe uma cadeia produtiva na reciclagem que vai do catador de garrafas (muitos deles vinculados a cooperativas) a empresas que cortam, picam, processam e transformam a matéria-prima até que ela chegue à fábrica. É a indústria da reciclagem gerando renda e emprego.

Testes feitos pela Renault do Brasil atestam a eficiência e a qualidade do material. Para que o carpete seja instalado nos carros, são feitas avaliações rigorosas, que incluem testes de calor, umidade, desgaste e até inspeção visual. Uma das provas, por exemplo, simula o atrito da sola de sapato diretamente no carpete, para ver se não há desgaste prematuro da peça. Há ainda avaliação que a submete durante horas a temperaturas superiores a 90ºC. "Como de hábito na indústria automobilística, os testes são severos e sempre vão muito além das condições normais de uso do componente sob avaliação", explica o engenheiro.

O preferido para embalagens 
O PET é um plástico de alta resistência mecânica e química. Constitui-se numa excelente barreira para propagação de gases e odores, daí ser usado em larga escala para embalagens, de refrigerante a remédios. 

O consumo não para de aumentar. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), em 2007, foram consumidas no Brasil 432 mil toneladas do material. No ano anterior, haviam sido 378 mil. Só que a reciclagem ainda não cresce no mesmo ritmo. O índice de material reciclado em 2006 foi de 51,3%. Em 2007, passou a 53,5%. 

Veículos terão índice de 95% de reaproveitamento
O uso do PET é apenas um exemplo do que a criatividade e a tecnologia são capazes. Graças a essa combinação, a Renault conseguiu estabelecer uma meta ambiciosa, impensável em outras épocas: produzir um veículo com 95% de suas peças passíveis de recuperação. Todas as empresas do Grupo Renault no mundo inteiro já trabalham para o alcance dessa marca em 2015. Atualmente, o índice de aproveitamento - que inclui reciclagem e valorização (reaproveitamento do material em uma outra função) - já supera 91% nos produtos fabricados pela Renault do Brasil. 

A tarefa de encontrar novos materiais e ampliar o índice de aproveitamento dos carros fica a cargo do Laboratório de Engenharia de Materiais. A área também é responsável pelo monitoramento ambiental dentro do Complexo Industrial em São José dos Pinhais e pela fiscalização, em conjunto com os setores de Segurança e Medicina do Trabalho, dos produtos químicos usados nas fábricas. Uma das principais missões do Laboratório de Materiais da Renault é eliminar a utilização de metais pesados como o chumbo, cádmio e mercúrio. Até os fornecedores são avaliados. Caso algum componente adquirido pela fábrica apresente substâncias de uso restrito ou proibido, existe uma diretiva para que seja providenciada a troca. 

"Uma de nossas responsabilidades é assegurar, por exemplo, a isenção de Cromo Hexavalente, o chamado Cromo VI, no desenvolvimento de uma nova peça com proteções metálicas. Podemos assegurar que 100% das mesmas respeitem a preconização de supressão dessa substância", explica o engenheiro de materiais Adriano Kantoviscki, chefe do Laboratório de Engenharia de Materiais da Renault do Brasil. O cromo VI é largamente empregado nas indústrias, especialmente em tratamentos de superfície e no revestimento de peças.


18-03-2011


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Vaso Sanitário de Garrafas Pet

 

Por essa ninguém esperava: alunos de engenharia projetam um vaso sanitário feitos com garrafas PET.

No último ano do curso de Engenharia Mecânica, oito colegas da FEI (Fundação Educacional Inaciana) escolheram trabalhar com um material ainda pouco utilizado para criar um objeto de grande uso no dia-a-dia das pessoas.

“Nenhum de nós trabalha na área, mas queríamos levantar a questão ecológica, que é um grande problema e chama a atenção das pessoas”, diz Bruno Barbosa, um dos integrantes da equipe.

O vaso sanitário é feito de peças desmontáveis, o que permite a troca de partes específicas em caso de problema. A parte interna da cuba foi tratada para se tornar impermeável com uma camada de prime e outra de tinta epóxi.

“Ele não duraria tanto quanto um vaso de cerâmica, porém, além da vantagem ambiental, existe o fato de se poder substituir apenas partes, e não trocá-lo por completo”, diz Barbosa.

Cada vaso sanitário utilizaria cerca de 380 garrafas plásticas moídas para gerar o flake, os grãos de PET que seriam moldados nas formas desejadas. Outra preocupação ambiental foi o desperdício de água e, para combatê-lo, os alunos projetaram o vaso com um sistema de descarga de dupla vazão.

“A caixa acoplada com controle de vazão permite a escolha entre meia vazão (três litros) e vazão total (seis litros)”, explica Barbosa. “Além disso, ela foi projetada seguindo os padrões dos vasos sanitários cerâmicos, o que permite a instalação na tubulação já existente”, diz.

Uma das principais dificuldades do grupo foi encontrar informações a respeito do uso do PET, já que não existe uma vasta literatura sobre o material. Outro problema para os alunos foi conseguir financiamento para montar o vaso sanitário: assim como todo produto, seus custos inicias são caros e incluem, por exemplo, a fabricação de moldes específicos.

Por enquanto, as ideias de Bruno Barbosa e seus colegas Bruno Claudio, Douglas Malia, Fabio Makin, Gabriel Bueno, Luiz Gustavo Balzan, Marcelo Moreira Smith e Raffael Sueza Raffa estão só no papel. Mas, quem sabe, em breve elas não se tornem uma realidade?

 

O vaso do projeto será fabricado em partes, com as peças separadas: caixa tampa canal de ligação, cuba, sifão e estrutura.

 

 

18-03-2011


 

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